Esta obra é resultado de um trabalho mediúnico, sem fins lucrativos, executado ao longo de cinco anos, por dez médiuns em um grupo que realiza trabalhos e estudos diversos. Além do conteúdo destinado ao grupo, temos perguntas originadas em um Terreiro de Umbanda situado no nordeste brasileiro, onde o nosso autor trabalha prestando atendimento.
Vontade, determinação e disciplina. Eis a essência deste livro e de todos os ensinamentos e experiências que o Senhor Exu Tranca-Ruas das Almas nos transmite e pede que pratiquemos. Uma Alma de muitas experiências, acertos e erros como todos nós, mas que faz continuamente da força de vontade a sua liberdade e através dela realiza, faz crescer o trabalho, ajudando, ensinando, elevando muitos encarnados e também desencarnados. Seus ensinamentos estão muito além de apontamentos, são um descondicionamento, um convite à percepção sincera do que habita em nós. Em seu discurso, mais do que conhecimento e experiência, encontramos a simplicidade, a força, a essência da vida e do viver. E como ele mesmo diz: “Uma coisa não pode ser esquecida nunca: espiritualidade é esvaziamento mental através do trabalho duro, do calejar de sol a sol, da labuta insistente e constante. A mente tem que ser tomada pelo ser que todos somos, pois o sofrimento começa e termina na mente. Espiritualidade é obstinação amorosa! Estejam Sob o Esteio da Determinação”.
Uma mente fechada abre-se em flor ao desconhecido mundo de Apollyon. Aos corajosos, saudamos. Aos menos ousados, desafiamos as dez primeiras páginas desta obra mediúnica ímpar. Filosofia, amor, existencialismo, o humano no seu mais puro pensamento, desnudar-se poderia ser seu subtítulo.
“Conheça-te a ti mesmo”, eis a grande questão. Apollyon é como o golpe do martelo, é o quebrar das muralhas Chinesas, dos grandes e obtusos entraves da percepção. “Conhecer a verdade e não agir é como veneno”, já dizia Krishnamurti. Este livro convida à reflexão, ao conhecimento do profundo humano, àquilo que vedamos os olhos preocupados com o cotidiano.
Toda leitura é um quebrar e um reconstruir, é renascimento. As páginas que se seguem poderão ser sentidas como a navalha que corta e fere ou como um vento suave e libertador.
Quando perguntam quem é Apollyon um silêncio toma conta da sala... as pessoas se entreolham, ninguém arrisca um palpite. Os que tiveram contato com ele relatam que é inenarrável tal explicação, como uma bofetada de sensações e não sensações. Seria como se a mente se abrisse para o desconhecido, um contato de quinto grau... um desfragmentar, um desmontar-se... a mente viraria um hiato entre o ser e o não ser... quem será Apollyon? Difícil explicar aquilo que nem forma tem mais, que a identidade aqui apresentada é apenas um formato para que nós possamos nos identificar.
Apollyon é o instante, e nestes instantes de sabedoria e paz convidamos vocês leitores, não para conhecê-lo, mas para se aventurarem no universo desconhecido do nosso próprio ser, porque Apollyon é a porta, nós somos aqueles que abrem.
O novo espectro abrangente de frequências de cura descrito pelo autor transcende completamente a "cura energética" e suas muitas técnicas e leva você a se abrir para níveis de cura muito além dos acessíveis a todos. Esse livro conta a jornada do dr. Eric Pearl, desde a descoberta dos seus poderes extraordinários de cura até a merecida reputação que adquiriu servindo de instrumento para revelar esse processo ao mundo. E o mais importante: a obra mostra como você pode ativar em si mesmo a capacidade de transmitir essas novas frequências de cura e usá-las em seu próprio benefício e das pessoas à sua volta.
Um dos maiores gurus de Advaita Vedanta do Século XX, advaita significando do sânscrito “não-dois“, ou Não-Dualismo, uma filosofia que afirma que tudo é um único Grande Ser (“Brahman”) e que nossa verdadeira identidade (“Atman”) está neste Grande Ser, Sri Nisargadatta foi um sábio simples que ensinava acima de tudo a percepção pura de si mesmo, fazendo com que essa auto-realização dissolva o principal problema da existência humana: a ignorância. A ignorância de nossa verdadeira identidade, Brahman, que é trocada equivocadamente por nossa identidade com o corpo e as coisas impermanentes, gerando ações equivocadas em vida e o sofrimento em suas mais variadas formas. "Onde está a necessidade de mudar o que quer que seja? A mente está mudando de alguma forma todo o tempo. Olhe para sua mente desapaixonadamente; isso é o suficiente para acalmá-la. Quando ela estiver quieta, você pode ir além dela. Não a mantenha ocupada todo o tempo. Pare-a, e simplesmente seja. Se você der descanso à mente, ela se centrará e recobrará sua pureza e força. O pensar constante a faz decair. Nada que você faça mudará a si mesmo, pois você não precisa de nenhuma mudança. Você pode mudar sua mente ou seu corpo, mas isso é sempre algo externo a você que foi mudado, não você mesmo. Por que se importar com toda essa história de mudança? Realize de uma vez por todas que nem seu corpo, nem sua mente e nem mesmo sua consciência é você e mantenha-se de pé sozinho em sua verdadeira natureza além da consciência e inconsciência. Nenhum esforço pode levá-lo lá, somente a clareza do entendimento. Não tente reformar a si mesmo, simplesmente veja a futilidade de toda mudança. O mutável mantem-se em mutação enquanto o imutável espera. Não espere que o mutável o leve ao imutável – isso jamais acontecerá. Somente quando a própria idéia de mudança é vista como falsa e abandonada, o imutável pode surgir."